Mesmo na tarde fria, a torcida do Paraná não economizou energia para apoiar o time que luta pela volta à principal vitrine do futebol estadual e, consequentemente, nacional.

Há muito tempo o Tricolor tem sofrido com más gestões, dirigentes fracos ou irresponsáveis, enfim um rosário de acontecimentos que o afastaram da Primeira Divisão do Campeonato Paranaense e, há muitas temporadas, está fora dos torneios nacionais e continentais.

Desta feita, tudo indica que o trabalho feito pelos executivos do clube é sério e com boas possibilidades de representar, finalmente, o retorno da equipe para competir em condições de igualdade com os seus tradicionais adversários.

A golada de 6 a 1 aplicada no Toledo deixou os torcedores que estiveram na Vila Capanema e os milhares que acompanharam pelos meios de comunicação, muito satisfeitos. Sinal de que o trabalho do treinador Tcheco está no caminho certo contando com jogadores, como o goleiro Juliano, João Felipe, Ruan Lima, Thiaguinho, Liliu e outros.

Athletico repete insegurança fora da Baixada

Enquanto o Paraná comemorava uma goleada, o Athletico perdia mais uma como visitante na série A do Campeonato Brasileiro. Desta feita para o Vasco, por 1 a 0, em São Januário, gol de Thiago Mendes em boa trama ofensiva.

Bruninho em Vasco x Athletico pelo Brasileirão. (Foto: SPP Sport Press Photo/Alamy Live News).

Sem poder contar com os alas titulares Benavídez e Esquivel, além do goleador Viveros, o técnico Odair Hellmann tentou ajustar o time, minimamente, para não decepcionar em campo. Infelizmente não conseguiu, pois o Furacão apenas repetiu a sua insegurança, desencontro coletivo e falta de objetividade quando atua fora da Arena da Baixada.

Para aumentar o grau de preocupação, o seguro zagueiro Terán lesionou-se outra vez e o experiente volante Luiz Gustavo também voltou a sentir dores musculares.

Basicamente o maior problema técnico do Furacão continua sendo o meio de campo que pouco cria, nessa partida contando com Luiz Gustavo, substituído por Felipinho, Portilla e João Cruz. Consequentemente os atacantes ficaram isolados – Mendoza, Bruninho e Renan Peixoto.

Cada vez mais o torcedor e, talvez, os próprios dirigentes do clube, sentem que o elenco atleticano é apenas mediano tecnicamente e que a contratação de bons reforços para o restante da temporada tornou-se mais importante do que a arquibancada retrátil.

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