Mesmo sem a bola começar a rolar nos gramados do México, Estados Unidos e Canadá observamos uma Copa do Mundo diferente com vários problemas e a indefinição da seleção brasileira.

Os problemas ficam por conta do atual tempestivo governo dos Estados Unidos que aceitou receber o time do Irã, apesar de estar em guerra com aquele país, mas vetou membros da comissão técnica e, sobretudo, torcedores iranianos que já haviam adquirido os ingressos vendidos para os jogos e, agora, cancelados, pela Fifa; a proibição da entrada de um árbitro somaliano e muitas dificuldades para os turistas que enfrentam o esquadrão ICE nos aeroportos e fronteiras norte-americanas. Apesar de alguns protestos no México, o Canadá continua tranquilo.

Esperamos que não se agravem as dificuldades neste Mundial criado e patrocinado pelo gigantesco ego do presidente da Fifa, Gianni Infantino, que arriscou colocar 48 seleções, sendo que a maioria apresenta baixo nível técnico para merecer tanta honra, não fosse apenas jogada politica e econômica da entidade máxima do futebol.

Quanto à indefinição da seleção brasileira para o jogo de estreia com o Marrocos, fica por conta do técnico Carlo Ancelotti que entrou no oba-oba da CBF ao se submeter a gravação de propaganda de cerveja, convocar o combalido Neymar e continuar cometendo equívocos nas convocações.

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A preocupação aumenta na medida em que, claramente, observa-se a incerteza na escalação do time considerado titular, começando pela ala direita com Danilo ou Ibaêez, e na ala esquerda com Alex Sandro ou Douglas Santos.

No meio de campo parece que o italiano optou por Paquetá mesmo, ao lado de Casemiro e Bruno Guimarães, surgindo a possibilidade de Matheus Cunha ser o companheiro de Raphinha e Vini Jr, ambos com vaga assegurada mesmo sem o mesmo rendimento que mostraram nos seus times europeus, nos dois últimos amistosos do escrete Canarinho.

Danilo, Fabinho, Rayan, Luis Henrique, Endrick, Igor Thiago e outros assistem com grande curiosidade às movimentações que antecedem a primeira partida da seleção pentacampeã mundial nos gramados dos Estados Unidos.

Jamais, em Copa do Mundo alguma, desta feita não se repetiu a formação principal em jogos amistosos ou oficiais da Seleção Brasileira, cuja escalação não se conhece mesmo na semana de estreia do maior torneio futebolístico do planeta. Mas, apesar de tudo, vamos lá !

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