Na história das Olimpíadas, o Paraná tem vários atletas que já subiram ao pódio. Alguns são emblemáticos, como o ouro de Emanuel no vôlei de praia e o bronze de Vanderlei Cordeiro de Lima em Atenas-2004, ou o bronze de Natália Falavigna em Pequim-2008 e os ouros de Giba, Serginho e Lipe no vôlei. A lista é longa. Agora, na Olimpíada de Tóquio-2020, 12 atletas nascidos no estado vão buscar o pódio para aumentar a lista -- alguns querem a segunda medalha.

Veja abaixo quem tem mais chance de "medalhar" pelo Paraná em Tóquio:

Ágatha - Vôlei de praia

Nascida em Paranaguá, Ágatha vai em busca de sua segunda medalha olímpica. No Rio de Janeiro, em 2016, ficou com a prata no vôlei de praia junto com Bárbara Seixas. Para Tóquio, o objetivo é subir um degrau e conquistar o ouro, que seria o terceiro da modalidade para o Brasil entre as mulheres.

No Japão, a dupla de Ágatha é Duda, de apenas 22 anos. E apesar da juventude da parceira, as duas chegam com moral à Olimpíada. Na última competição antes dos Jogos, elas venceram o Major de Gstadd, na Suíça. Hoje, Ágatha e Duda são a terceira dupla no ranking da modalidade.

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Divulgação| Divulgaçãoo/CBV

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Bruno Fuchs - Futebol

O zagueiro do CSKA, da Rússia, é homem de confiança do técnico André Jardine e tem chances reais junto com a seleção olímpica de futebol masculino de conquistar uma medalha em Tóquio. Melhor ainda se repetir o ouro de 2016, no Rio de Janeiro. Natural de Ponta Grossa, ele vai ajudar o futebol do Brasil a medalhar pela sétima vez. E o futebol, sabemos, sempre entra com chances reais de subir ao pódio.

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Roberta e Natália - Vôlei

No Rio de Janeiro, em 2016, o vôlei feminino ficou pelo caminho, nas quartas de final. Uma decepção levando-se em conta as medalhas de ouro em Pequim-2008 e Londres-2012. Em Tóquio a expectativa é voltar ao pódio e a possibilidade existe. No elenco, duas paranaenses, uma delas campeã olímpica em Londres: Natália. Natural de Ponta Grossa, vai para sua terceira Olimpíada. Junto com ela, Roberta, que estreia em Jogos Olímpicos. A curitibana de 31 anos já tem no currículos títulos de Grand Prix e da Liga das Nações com a seleção.

Roberta e Natália. Divulgação
Roberta e Natália. Divulgação| Divulgação/Montreux Volley Masters

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