O Athletico vem sofrendo com uma sina na temporada, a de criar, criar, criar… e não marcar gols. No empate em 1 a 1 com o Avaí, nesta quinta-feira (3), pela Copa do Brasil, mais uma vez foi assim.

Exceto no 4 a 0 sobre o Aucas, pela Copa Sul-Americana, o Furacão vem somando placares magros. Tanto que quatro, das cinco vitórias no torneio continental, foram por 1 a 0, assim como na estreia no Brasileirão, diante do América-MG.

Na ressacada, o Rubro-Negro, principalmente no segundo tempo, abusou de perder boas chances. Nikão, por três vezes, levou perigo. Em duas, parou no goleiro, assim como Khellven. Carlos Eduardo também não concluiu bem, apesar de ter saído cara a cara com Gledson.

Curiosamente, o gol do Athletico contra o Avaí veio quando se menos esperava, com Getúlio tentando afastar a bola da área, mas acertando em Renato Kayzer, que, de costas, acabou balançando as redes, mas meio sem querer. No total, foram 12 finalizações, sendo sete em direção ao gol.

Ou seja, novamente o time sofreu com os próprios erros. As jogadas estão saindo. O time trabalha a bola com velocidade e lá na frente saem com espaço, mas justamente o último toque é que vem sendo o problema. O clube poderia ter voltado de Santa Catarina, se não com a vaga na mão, mas ao menos com uma vantagem bem encaminhada.

Agora, fica com a obrigação do Athletico de vencer o Avaí na Arena na semana que vem, para não depender dos pênaltis. O bom desempenho em casa da defesa dá mostrar que o Furacão pode se classificar. Mas na base de um sofrimento desnecessário, por conta de falhas que estão sendo cometidas há meses e não dão sinais de evolução neste quesito, a finalização.

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