Depois de jogar apenas uma partida pelo Campeonato Paranaense – derrota para o Cianorte – e ficar um longo tempo sem jogar, chegando a treinar no interior do Rio Grande do Sul pela absurda proibição imposta pela Secretaria da Saúde do Município de Curitiba, o Athletico volta a campo.

No jogo com o Operário vai começar a maratona atleticana. Logo na terça-feira (20), o Furacão estreia na Copa Sul-Americana, jogando com o Aucas na altitude de Quito, no Equador.

Menos mal que a equipe principal pode viajar com antecedência, pois usará o time aspirante no confronto com o Fantasma, na Arena da Baixada.

Entre compromissos ainda não marcados pela Federação Paranaense de Futebol no campeonato Estadual, a sequência de jogos exigirá muito do elenco comandado por Paulo Autuori.

Enquanto Bruno Lazaroni toca o time alternativo no Estadual, António Oliveira dirige o time principal na Sul-Americana enfrentando idas e voltas, além do Aucas, também com o Melgar, de Arequipa e o Metropolitanos, de Caracas.

A primeira fase do torneio continental termina no final de maio, dois dias antes do inicio do Campeonato Brasileiro, quando o Athletico recebe o América Mineiro, na Arena da Baixada. Ainda bem que a terceira fase da Copa do Brasil só começa no mês de junho.

Sendo assim, teremos todo o tempo do mundo e uma sucessão de apresentações, das duas formações atleticanas, para procedermos avaliações e analises de toda espécie.

Poderemos verificar até que ponto a comissão técnica e os jogadores conseguirão superar as dificuldades impostas pelas autoridades sanitárias locais, pelos dramáticos contornos provocados pela pandemia do coronavírus e, afinal, o pouco tempo de condicionamento físico e técnico adequado.

O elenco de jogadores será testado em todos os níveis, padrões paralelos e meridianos. Será um autêntico vestibular de futebol para todos os envolvidos na longa e árdua maratona atleticana.

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