Que sábado futebolístico de tirar o fôlego. Primeiro, reunião dos amigos para assistir à final da Liga dos Campeões da Europa, entre aperitivos e beliscos de primeira, com destaque para o arroz de pato preparado pelo Fabinho, oficialmente conhecido como desembargador Fábio Muniz. Bebidas por conta do importador Pedro Oliveira, popularmente conhecido como Pedrão da Porto a Porto, e o resto é poesia para quem gosta de beber e viver bem.

Bola rolando, empate no tempo normal entre Paris Saint-Germain e Arsenal. Marcação alta do técnico Mikel Arteta, que Luis Enrique, do PSG, demorou para perceber. Nos pênaltis, o brasileiro Gabriel Magalhães chutou nas nuvens, como eu falava no tempo de narrador de rádio durante 45 anos. E o PSG virou bicampeão europeu, algo que não havia conseguido com Messi, Neymar e Mbappé. Vá entender o misterioso futebol!

Segue o sábado, e o Paraná empata com o Paranavaí na final da Segundona Paranaense. O Vermelhinho do Fim da Linha virou amarelo. My God. Na decisão, o Paranito é favorito.

Mais à frente, o Coritiba conseguiu perder por 3 a 0 para o time reserva do Flamengo. Pedro Rocha foi expulso, e nada mais há a acrescentar.

Na Arena da Baixada, jogo enrolado, bem disputado, mas com o eficiente time do Mirassol arrumando problemas para o Athletico. Bola vai, bola vem, e nada de gol até que, no final, em belo contra-ataque do jovem e categorizado meia João Cruz, que cruzou, ou como dizem os cronistas moderninhos, deu assistência para o atacante Viveros marcar o gol da vitória.

Triunfo merecido que coroou o competente trabalho do técnico Odair Hellmann.

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