Pelo Estadual, no Couto Pereira: Coritiba 2x3 FC Cascavel.

A derrota do Coxa como resultado poderia até ser absorvida se não fosse um detalhe: a submissão do seu time ao FC Cascavel. E não foi durante um ou outro momento. Não foi, tampouco, no primeiro ou no segundo tempo que o time do professor Tcheco exerceu essa supremacia. Foi do primeiro ao último minuto, portanto, absoluta.

De início, aos 20 minutos, Léo Itaperuna, chutando da intermediária, venceu o goleiro Wilson. Na etapa inicial já era para o bem ordenado FC Cascavel ter resolvido o jogo, mas Wilson prevaleceu.

Quem apostou as fichas no treinador Morínigo no intervalo, perdeu. O Coritiba voltou como saiu: com todos os setores separados por metros de distância, portanto, desordenado, isolando Rafinha como única solução. Só que nervoso por estar sozinho, o meia era engolido pelo esquema de Tcheco. Só às custas de um pênalti convertido por Léo Gamalho, aos 9 minutos, alcançou o empate.

Apenas ilusão.

O Cascavel voltou a pressionar, escancarando em definitivo todos os defeitos do Coxa. Marcou aos 18 minutos com Diego Giaretta e, pressionou tanto que o zagueiro Luciano Castán, lembrando um pouco Berger, no Atletiba de 90, de cabeça jogou contra o seu gol. Quando William Farias chutou de longe e marcou aos 37 minutos, o Coritiba já estava finalizado.

Repito: pior do que perder, foi a maneira como o Coritiba perdeu.

Tcheco deu banho tático em Morínigo.

No Couto, o Coxa leva um passeio do FC Cascavel.

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