O bom jogo do segundo tempo em que se produziu a vitória sobre o Libertad (2 a 0) pode ser adotado como referência de evolução do Athletico, tornando-o favorito contra o Avaí?

Há dúvidas.

É que um jogo de Libertadores tem as suas características próprias. E esse contra o Libertad era especial. O Furacão precisava ganhar um jogo em que fora péssimo na etapa inicial. Então, reagiu por superação, que é um elemento tático de pouca duração, do que pela técnica.

Um jogo do Brasileirão é diferente. É apenas mais um de uma longa sequência, embora a obrigação de somar pontos seja igual entre o que será jogado e os próximos. O jogo de emoção e superação podem resolver em um dado momento, mas se esgota em pouco tempo.

Entendo que contra o Avaí o Furacão tem que mostrar evolução tática para superar as limitações individuais. O adversário é humilde e o jogo é na Baixada. O que não pode mais é ter a perigosa variação de ser um pouco o de Valentim, um resto de Carille, para só depois chegar ao de Felipão.

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