O Paraná desistiu de contratar o atacante Wesley Pionteck, do Bragantino. O jogador foi condenado em 2019 e cumpre pena de 16 meses de prisão em regime aberto por violência contra a mulher.

A negociação do Tricolor com o atleta do Massa Bruta estava avançada. No entanto, a possibilidade de ter o jogador atuando na Vila Capanema imediatamente gerou críticas de torcedores nas redes sociais, com muitos ameaçando cancelar a associação ao clube caso a transação fosse efetivada.

O coletivo feminino Gralhas da Vila, formado por torcedoras paranistas, se manifestou questionando o posicionamento do clube, que em outras ocasiões já fez campanha contra a violência contra a mulher.

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As críticas se estenderam até mesmo a torcedoras dos rivais Athletico e Coritiba, através dos coletivos femininos Atleticaníssimas e Gurias do Couto, respectivamente.

Entenda o caso Wesley, que esfriou o acordo com o Paraná

O caso que rendeu a condenação a Wesley aconteceu em janeiro de 2019. O atacante foi acusado de causar lesões corporais graves e de ter ameaçado a então namorada, que afirmou ainda que era agredida desde o início do relacionamento e que, na noite da denúncia, havia sido golpeada por Wesley com uma faca.

Os policias que atenderam à ocorrência relataram que a mulher estava ensanguentada. No interrogatório, o jogador disse que “perdeu a cabeça” por motivos de ciúme.

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