Impedido de treinar no CT Ninho da Gralha, o Paraná Clube continua sem saber quando voltará a campo no Paranaense. Até agora, o Tricolor ainda não tem a próxima partida homologada pela Federação Paranaense de Futebol (FPF). Desde a segunda-feira (22), os jogadores começaram os treinos onlines para seguir a preparação.

O lateral-esquerdo Christianno lamenta o cenário de incertezas, com a indefinição sobre as partidas e mudanças na tabela, e sem previsão de retorno aos trabalhos presenciais devido ao agravamento da pandemia do coronavírus. Ele, porém, se mostrou a favor da realização das partidas e lembrou que as testagens constantes nos jogadores deixam o ambiente mais seguro.

"É um momento crítico que o país está vivendo, as pessoas vêm sofrendo com o Covid. Mas há pessoas que, se parar, dependem de muita coisa. Temos que ver os dois lados. Ficamos tristes pelo momento, mas no futebol nós somos testados semanalmente, praticamente duas vezes na semana. Em relação a parar, eu acho que fica meio complicado, porque a gente não consegue treinar, vai zerar tudo de novo, até voltar e conseguir encaixar vai ser meio difícil. Mas a gente precisa acatar o que tiver que acontecer", disse em entrevista coletiva.

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Até agora, o Paraná entrou três vezes em campo na temporada 2021. Primeiro, foi eliminado pelo Cianorte na Copa do Brasil (derrota por 1 a 0) e depois jogou pelo Paranaense, contra FC Cascavel (derrota por 1 a 0) e vitória diante do Toledo (2 a 0). Christiano avaliou a importância da sequência para o entrosamento da equipe, que foi totalmente reformulada.

"A gente sabe que o torcedor quer o resultado imediato, não querem previsão se tem uma semana, dez ou 15 dias. Foram 45 dias em que a gente trabalhou e assimilou um pouco o que o professor Maurílio nos passou. É um grupo novo, cada um de um canto, mas de qualidade. Com o decorrer dos jogos, nós vamos implantar a nossa maneira e melhorar a cada dia".

Titular nas três partidas, o camisa fez uma breve avaliação do desempenho até o momento e espera evoluir. O jogador de 29 anos estava atuando no América-RJ antes de vir para o Paraná.

"Sou um cara que me cobro bastante, independe da partida. Com a experiência, procuro sempre dar o melhor, mas tem dia que não esá legal. Acho que consegui fazer bons jogos e ajudar equipe ofensivamente e defensivamente, mas dá para melhorar. Não foi o ideal, mas sei que vai melhorar", disse o lateral.

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