Remo e Coritiba se enfrentam nesta segunda-feira, 31 de agosto de 2026, às 20h (horário de Brasília), no Mangueirão, pela partida que fecha a 25ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os palpites para o confronto passam pelo contraste entre dois clubes que conquistaram o acesso juntos em 2025, mas chegam ao reencontro separados por 11 pontos e vivendo objetivos bem diferentes na competição.
O Remo ocupa a 18ª posição, com 23 pontos, e tenta deixar a zona de rebaixamento, enquanto o Coritiba aparece em oitavo, com 34, e busca se consolidar na metade superior da tabela. A equipe paranaense também chega respaldada pelo rendimento como visitante, com 16 pontos conquistados em 12 partidas fora de casa.
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Palpites para Remo x Coritiba
A tendência é mais um grande duelo no Mangueirão, com cenário próximo do que ocorreu no Couto Pereira no primeiro turno. Para apostar no duelo, o UmDois Esportes recomenda apenas plataformas legalizadas no Brasil.
- Em todos os últimos quatro jogos do Remo no Brasileirão tivemos gols para os dois lados
- O mesmo se repetiu nos últimos três jogos do Coxa
- As equipes registram médias de 2,0 e 1,6 cartões recebidos na competição
- Em seis dos últimos oito jogos do Coritiba tivemos menos de 4,5 cartões
- Pedro Rocha é o artilheiro do Coritiba na temporada, com nove gols
- O atacante marcou o gol da vitória no primeiro turno contra o Remo
Estatísticas-chave de Remo x Coritiba
- O Remo soma três vitórias, cinco empates e três derrotas como mandante, com 15 gols marcados e 13 sofridos
- O Coxa tem a sexta melhor campanha como visitante no Brasileirão, somando quatro vitórias, quatro empates e quatro derrotas fora de casa
- O Remo tem a segunda pior defesa do Brasileirão, com 39 gols sofridos em 24 rodadas
- Oito dos 30 gols do Coritiba no Brasileirão nasceram em bolas paradas, três deles nas três rodadas mais recentes
Notícias de Remo x Coritiba: Do acesso juntos à campanhas opostas
| 18ª posição (23 pontos) | Posição | 8ª posição (34 pontos) |
| 5V 8E 11D | Campanha | 9V 7E 8D |
| Mangueirão (53.600) | Estádio | Couto Pereira (40.500) |
| Jajá (7 gols) | Artilheiro | Breno Lopes (8 gols) |
O Remo chega pressionado pelos resultados, mas as atuações recentes mostram uma equipe ainda competitiva. O time abriu o placar contra Atlético-MG e Fluminense e buscou o empate com o Internacional nos acréscimos, porém voltou a perder pontos depois de construir vantagens.
O principal problema está na proteção da área. Nove dos dez gols sofridos após a pausa para a Copa nasceram de cruzamentos, padrão que ajuda a explicar os 39 gols cedidos no campeonato. No Mangueirão, porém, o rendimento defensivo melhora, com apenas três derrotas em 11 partidas e 13 gols sofridos.
Léo Condé tenta corrigir esse desequilíbrio com maior presença no meio-campo, aproximando os setores sem abrir tantos espaços para transições. A proposta também busca melhorar a gestão depois do primeiro gol, ponto em que o Remo falhou repetidamente nas rodadas anteriores.
O retorno a Belém após 23 dias deve aumentar a pressão inicial dos mandantes, especialmente com expectativa de bom público. Mais do que simplesmente atacar, o desafio será sustentar a intensidade sem transformar vantagem territorial em exposição defensiva na segunda metade.
O Coritiba vive momento mais estável, com sete pontos conquistados nas últimas três rodadas. A vitória sobre o Corinthians reforçou um modelo que não depende de longos períodos com a bola para controlar zonas importantes e criar oportunidades em momentos específicos.
Esse comportamento também aparece fora de Curitiba. O Coxa aceita atuar com menos posse, protege o corredor central e procura acelerar imediatamente após as recuperações, estratégia que já produziu quatro vitórias e quatro empates em 12 partidas como visitante no Campeonato Brasileiro.
A bola parada acrescenta uma ameaça importante nesse confronto. O Coritiba marcou oito vezes dessa forma no Brasileirão e encontrou gols em jogadas ensaiadas nas três rodadas mais recentes, justamente contra um Remo que vem apresentando dificuldades para defender bolas aéreas.
A ausência de Thiago Santos exige ajuste no setor central, enquanto Fernando Seabra também não estará à beira do campo por suspensão. Ainda assim, a estrutura recente oferece ao Coritiba um caminho claro: controlar os espaços, evitar um jogo excessivamente aberto e explorar os momentos em que o Remo precisar aumentar os riscos.
No Remo, Jajá evoluiu do trauma no tornozelo e voltou a trabalhar com bola, mas ainda depende de avaliação final. Caso não seja liberado, Alef Manga e Antonio Galeano aparecem entre as alternativas para o setor ofensivo; no meio, Leonel Picco e Zé Welison devem dar sustentação para Zé Ricardo e Vitor Bueno.
No Coritiba, um prata da casa deve ganhar chance de ouro no time titular com a suspensão de Thiago Santos, o jovem Vitor Tissi. Fernando Seabra dará lugar ao auxiliar Álvaro Martins à beira do campo. Tinga, Brian Ocampo e Lucas Ronier seguem fora; no ataque, a tendência é de manutenção do trio formado por Joaquín Lavega, Breno Lopes e Pedro Rocha.
Guia de desempenho: Remo x Coritiba
| E D E E D | Forma Geral | E D V D V |
| 4 | Gols Marcados | 5 |
| 6 | Gols Sofridos | 4 |
| V D E E D | Brasileirão | E D V E V |
| Alef Manga | Principal Peça | Breno Lopes |
Palpite de placar exato UmDois Esportes: Remo x Coritiba
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O Remo tem condições de equilibrar o confronto pelo comportamento mais seguro no Mangueirão e pela tendência de povoar o meio-campo, reduzindo espaços para as transições adversárias. Ainda assim, a dificuldade para transformar presença ofensiva em chances claras limita a projeção de uma atuação dominante.
O Coritiba chega com mecanismos mais confiáveis para atacar espaços e aproveitar bolas paradas, mas terá ajustes importantes no setor central e na área técnica. O cenário aponta para uma partida de poucas oportunidades e alternância de controle, com o empate surgindo como o resultado mais coerente.