Dois representantes do Paraná estarão na Copa do Mundo de 2026. O assistente Bruno Boschilia, de 42 anos, e o árbitro de vídeo Rodolpho Toski Marques, de 39 anos, foram anunciados nesta quinta-feira (9) pela FIFA como integrantes da equipe de arbitragem brasileira que atuará no torneio.
Naturais de Curitiba, os dois se juntam aos árbitros Raphael Claus, Ramon Abatti Abel e Wilton Pereira Sampaio, além dos assistentes Bruno Pires, Danilo Manis, Rodrigo Figueiredo e Rafael Alves.
Ao todo, o Brasil terá nove representantes na arbitragem e, apesar das polêmicas, será o país com maior número de profissionais na competição, que será disputada entre os dias 11 de junho e 19 de julho, nos Estados Unidos, Canadá e México.
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O diretor de arbitragem da CBF, Netto Góes, destacou a presença expressiva do país na lista divulgada pela FIFA.
“Não é apenas um dado estatístico. É o reflexo de um trabalho sério, consistente e cada vez mais alinhado aos padrões de excelência do futebol mundial. Essa representatividade reforça a confiança da FIFA na arbitragem brasileira e evidencia a qualidade técnica, a preparação física e o compromisso dos nossos profissionais com o jogo. Estar nesse cenário, com protagonismo, mostra que o Brasil não apenas forma grandes jogadores, mas também entrega ao mundo árbitros capacitados para atuar nas competições mais exigentes”, disse Netto.
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Ao todo, a FIFA selecionou 52 árbitros, 88 assistentes e 30 árbitros de vídeo, representantes das seis confederações e de 50 países, formando o maior grupo de oficiais de arbitragem da história das Copas do Mundo. A escolha seguiu o princípio de qualidade em primeiro lugar, levando em consideração a consistência de desempenho em competições nacionais e internacionais nos últimos anos.
Durante o torneio, os árbitros participarão de treinamentos diários, com apoio de jogadores locais. Segundo a entidade, analistas também fornecerão todas as informações necessárias para a preparação das equipes de arbitragem antes das partidas.