As eleições do Coritiba seguem escalando seu nível de controvérsia e polêmica. Com o pleito remarcado para a próxima terça-feira (15), de forma exclusivamente online, as três chapas concorrentes se reuniram nesta quinta-feira (10) com a Comissão Eleitoral do clube.

Nessa conversa, iniciada pelos grupos Coritiba Responsável e União Coxa, foram propostas duas novas datas para a realização da votação:

  • 16 de janeiro de 2021, de forma presencial
  • 30 de janeiro de 2021, de forma online, caso a primeira data não possa ser cumprida por causa de medidas de restrição da pandemia de Covid-19

O grupo Coritiba Ideal, no entanto, não respondeu se aceita a mudança. Como apenas um integrante da chapa acompanhou todo o encontro, ele pediu tempo conversar com seu G5 até chegarem a uma posição definitiva. Essa posição pode ser a aprovação do novo calendário ou a rejeição, fato que poderia levar a uma disputa na Justiça.

Antes da reunião, aliás, dois processos já estavam prontos, segundo apurou a UmDois Esportes. Pessoas ligadas aos grupos de Samir Namur e João Carlos Vialle muito provavelmente ingressariam na Justiça para tentar o adiamento do sufrágio da próxima terça em caso de manutenção da atual data e forma de eleição.

As alegações são de que a eleição online não tem aprovação no estatuto coxa-branca e que a empresa contratada para operar a votação não pode garantir 100% de segurança. O grupo de Samir chegou a dizer que a imposição da eleição remota seria "golpismo".

No meio de toda essa briga política, o Coxa segue encravado na zona de rebaixamento do Brasileirão. O clube soma 21 pontos em 24 jogos, na 18ª colocação. O primeiro time fora da ZR é o Sport, que tem 25.

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