O Brasileirão vai começar. O que esperar dos 20 times que estão na primeira divisão nacional?

América-MG: time iô-iô, volta à Série A tentando se livrar desse rótulo, ou seja, o objetivo é não cair. A continuidade do trabalho do técnico Lisca é a maior arma do Coelho.

Atlético-MG: novamente com Cuca e contando com um dos mais caros elencos do país, quer o título 50 anos depois, mas reiniciou novo ciclo de trabalho com a volta do treinador.

Atlético-GO: fez campanha segura em 2020, quando sequer correu risco de rebaixamento, mesmo perdendo treinadores para clubes maiores. O objetivo é o mesmo.

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Athletico: depois de dois anos excelentes, com títulos da Sul-americana e Copa do Brasil, tentará dar um passo adiante e fazer temporada mais consistente, no bloco de cima.

Bahia: campeão da Copa do Nordeste, decepcionou no Brasileiro 2020, quando até risco de rebaixamento correu. Ficar entre os sete, oito mais bem colocados seria algo satisfatório.

Ceará: perdeu a Copa do Nordeste, mas segue com o técnico Guto Ferreira e com chances de fazer mais uma campanha como a mais recente, quando ficou em 11º lugar.

Chapecoense: retorna à primeira divisão com o objetivo de nela permanecer. A temporada seguinte ao acidente aéreo foi melhor (14º) do que a seguinte na Série A (19º), quando caiu.

Corinthians: não parece ter time para brigar pelo título. Envolvido em dívidas, vai tentar se inserir entre os que irão à Libertadores, algo que passou longe no Campeonato de 2020.

Cuiabá: estreante na Série A, vem fazendo vários investimentos, mas a aposta em profissionais com experiência em clubes da primeira divisão e resultados recentes não muito bons parece arriscada.

Flamengo: um dos naturais candidatos ao título, vencedor do Brasileiro em 2019 e 2020, terá como maior adversário fora de campo os técnicos de seleções que desfalcarão o time em convocações.

Fluminense: Surpreendeu em 2020 e se fortaleceu nesta temporada, com muitas contratações. Mescla nomes experientes a veteranos, equilibrar melhor esses perfis é o desafio do momento.

Fortaleza: a saída de Rogério Ceni durante o campeonato brasileiro de 2020 gerou queda de rendimento da equipe, eliminada na semifinal da Copa do Nordeste e que espera seguir na Série A.

Grêmio: sem Libertadores, desta vez é esperado um time mais voltado às 38 rodadas do Campeonato Brasileiro. No entanto, não podemos descartar os gremistas poupando jogadores para priorizar a Copa do Brasil.

Internacional: vive uma reformulação o vice-campeão de 2020. Será natural se não lutar pelo título, como no certame passado, mas a rápida evolução da equipe com o técnico Miguel Ángel Ramírez desperta esperanças.

Juventude: voltando à primeira divisão, se dará por satisfeito se não estiver entre os quatro rebaixados após a derradeira rodada do campeonato.

Palmeiras: outro candidato ao título. O desafio do técnico Abel Ferreira será mostrar um time consistente na prova de resistência dos pontos corridos, pois priorizou, e ganhou, os mata-mata em 2020.

Red Bull Bragantino: emergente, ocupou posições na zona do rebaixamento durante o primeiro turno em 2020, mas fez uma das melhores campanhas do returno, fechando em 10º. Chegar à Libertadores deverá ser a meta.

São Paulo: flertou com o título em 2020, quando chegou a abrir sete pontos de vantagem sobre o segundo colocado. Brigar pelo título é a meta, mas eventual prioridade aos torneios de mata-mata pode mudar o foco tricolor.

Santos: depois de uma surpreendente temporada, quando foi bem no Brasileiro até priorizar a Libertadores, na qual foi vice-campeão, vive uma reformulação e encara crise financeira. Deve brigar mais abaixo.

Sport: era um dos fortes candidatos ao rebaixamento em 2020, mas escapou. Contudo, o técnico que comandou a reação, Jair Ventura, não durou muito no clube, que começará o campeonato como no ano passado, tentando evitar o rebaixamento.

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