Sem poder contar com Raphinha, que se machucou e não vinha apresentando bom rendimento técnico, Carlo Ancelotti optou pela escalação do jovem Rayan na partida com a Escócia. A estrutura da defesa e do meio de campo foi mantida e, apesar de continuar deficiente nas alas, o time não encontrou dificuldade para superar os escoceses.

A seleção brasileira aproveitou a fragilidade técnica dos adversários e classificou-se jogando bem após o empate com Marrocos na largada. Nesta partida, especialmente no primeiro tempo, quando Vinicius Junior abriu a contagem, logo aos 7 minutos, após uma saída errada do goleiro e uma trapalhada do zagueiro que perdeu a jogada para Rayan.

Vinicius Junior chegou a marcar o segundo gol, mal anulado pelo árbitro mexicano e, sobretudo, pelo VAR que, consultado, não identificou o tropeço do zagueiro escocês, em vez da falta que não foi cometida pelo atacante brasileiro.

Mas Vinicius Junior aproveitou um cruzamento primoroso de Bruno Guimarães e cabeceou com sucesso, além de Rayan ter desperdiçado a chance de aumentar a contagem no final do primeiro tempo.

Na etapa complementar, mesmo em ritmo mais contido, o Brasil fez por merecer o terceiro gol, em nova assistência de Bruno Guimarães agora para Matheus Cunha, que completou com sucesso, 3 a 0.

O jogo seguiu sob absoluto controle e algumas oportunidades para o quarto gol foram perdidas, até que Neymar substituiu Matheus Cunha e fez a sua estreia na Copa do Mundo. Com Casemiro e Paquetá poupados, o meio de campo manteve a constância ofensiva, aproveitando as limitações técnicas do rival que pouco perigo levou ao goleiro Alisson.

O saldo que ficou para a seleção brasileira no encerramento da primeira fase é de que a equipe evoluiu, mesmo sem a intensidade de jogo coletivo que seria o ideal, mas pode continuar melhorando na próxima etapa do Mundial.

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