A derrota para o Avaí não estava na programação normal do Coritiba na Série A do Campeonato Brasileiro, mas ela aconteceu por causa de graves falhas do sistema defensivo.

A derrota para o Santos também não constava do plano na Copa do Brasil, mas ocorreu pelos equívocos cometidos pelo técnico Gustavo Morínigo e, outra vez, por descuidos da zaga.

O Coxa, eliminado, precisa evitar a depressão.

A equipe estava motivada e embalada, mas não passou no primeiro grande teste do ano, que foi o confronto com um adversário de primeira linha pela Copa do Brasil.

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Concorreu para o fracasso o ajuste conseguido pelo argentino Fabián Bustos no irregular time santista. Por outro lado, como o Coritiba não conseguiu ampliar o placar na primeira partida, quando foi bem superior, tentou administrar o empate na Vila Belmiro.

Não funcionou o esquema adotado pelo paraguaio Morínigo, que terá de voltar com o modelo tático e a escalação anterior já para o jogo com o América Mineiro, domingo, no Alto da Glória.

Todos sabem que o elenco coxa-branca não é recheado de grandes talentos, mas o treinador conseguiu extrair um grupo enxuto, bem organizado e motivado.

O que mais preocupa é a recorrente demonstração de fragilidade defensiva, mesmo contando com jogadores experientes e testados através dos anos.

A desclassificação precisa ser absorvida rapidamente e o time deve receber novas doses de incentivo para não sair da linha, afinal sobrou apenas a Série A até o final desta temporada.

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