O Campeonato Paranaense começou bem mais cedo em razão das mudanças radicais promovidas pela CBF no calendário do futebol, visando adequar as datas a um ano de Copa do Mundo, com o absurdo de 48 seleções distribuídas em três países que, ultimamente, não andam se bicando politicamente: Estados Unidos, México e Canadá.
O São Joseense abriu os trabalhos derrotando o Galo Maringá. Aliás, a cidade de Maringá apresenta dois representantes: o quase tradicional Maringá, que mudou tanto de nome e de comando, mas que ainda é herdeiro da torcida do antigo e vitorioso Grêmio Maringá, e o Galo Maringá, que se mostrou tecnicamente bem frágil.
O atual campeão, Operário, de Ponta Grossa, foi derrotado em Londrina, e a bola rolou animadamente pelo nosso interior.
Aqui na capital, o Coritiba decepcionou na largada, enquanto o Athletico apresentou boas novidades.
Coritiba sofreu na estreia e técnico soltou o verbo
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Muito coerente o técnico PC Oliveira, que montou a equipe coxa-branca para a estreia na temporada e não poupou críticas e observações diante das inúmeras deficiências apresentadas na derrota para o Foz, dentro do Alto da Glória.
Tudo começou com a lamentável fratura do braço esquerdo do jogador Lucas Crepaldi e uma sequência de falhas da zaga do Coritiba, formada por Felipe Guimarães, Guilherme Aquino, João Pedro e Lucas Taverna, facilitando as ações do Foz.
Athletico tem boa apresentação no pontapé inicial
Puxado pelo grande talento e criatividade do jovem Bruninho, o time alternativo do Athletico foi aprovado no triunfo sobre o Andraus. Outra revelação, Chiqueti, abriu a contagem, e a equipe apresentou-se bem, criando oportunidades para ampliar o placar.
O técnico português João Correia, também jovem, aprovou a largada da equipe do meio para a frente, mas demonstrou preocupação com o baixo rendimento dos zagueiros Habraão e Belezi, que já haviam deixado marcas profundas de limitações técnicas e irregularidade quando atuaram no time principal do Furacão, no doloroso início da temporada passada.
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Parece ter ficado claro que não adianta insistir em jogadores mais experientes, porém com padrão técnico limitado. O caminho indicado é, de fato, investir forte nas categorias de base para descobrir verdadeiros talentos, como Bruninho, a nova sensação da Arena da Baixada.
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