Com mais posse de bola desde o apito inicial do árbitro, o Botafogo pressionou à vontade, exigiu bastante do sistema defensivo do Athletico e até o goleiro Santos foi chamado para intervir em alguns lances.
Porém, na base do contra-ataque, bem arquitetado pelos armadores Luiz Gustavo, Jadson e João Cruz, o time de Odair Hellmann aproveitou-se da insegurança e indecisão da zaga adversária e marcou dois gols.
No primeiro uma boa jogada pela direita, o goleiro do Botafogo espalmou a bola que foi em direção à cabeça de João Cruz que só teve o trabalho de empurrá-la para o fundo das redes; no segundo, Viveros recebeu a bola, não deu chance aos defensores e concluiu com sucesso.
A primeira etapa prosseguiu com o estéril predomínio botafoguense, com o Furacão demonstrando segurança defensiva com o trio Dantas – boa estreia -, Aguirre e Arthur Dias, mas em vez de aplicar goleada histórica, o Athletico quase se complicou no final da partida no Engenhão.
Claro que teve todas as condições para um triunfo consagrador, tanto que Viveros voltou a marcar aproveitando passe preciso de Vargas. Porém, o time recuou, cedeu mais espaços ao desesperado adversário que, no final, assinalou dois gols por intermédio de Santi Rodriguez.
Para alguns o bate-cabeça dos marcadores é que permitiu a marcação dos dois gols, para muitos houve falha do goleiro Santos. A refletir, afinal Santos, em fim de uma longa e exitosa carreira, perdeu todo o crédito após o fracasso retumbante na inexplicável goleada para o Vitória, na eliminação da Copa do Brasil.
Em síntese a campanha do Athletico é muito boa, apresenta Viveros como principal artilheiro do campeonato e continuará jogando por uma vaga na Copa Libertadores da América no próximo ano.
/https%3A%2F%2Fmedia.umdoisesportes.com.br%2Fmain%2F2024%2F11%2F29150759%2Farte-carneiro.png)