Cuiabá, pelo Brasileirão: Cuiabá 0x1 Athletico.

Ninguém sabe o limite de Luiz Felipe Scolari, questão que convida ao debate. Mas é indiscutível o efeito que exerce sobre o Athletico, que há pouco tempo piscava para o desastre. A ascensão tem vários indicadores. Nada mais importante, porém, do que o impacto emocional que Felipão está provocando em todos os atleticanos. A partir dele, tudo está se resolvendo: a ordem de jogo, a luta por espaço e pela bola, os gols e as vitórias.

+ Cuiabá 0x1 Athletico: veja o gol e a ficha técnica 

Essa vitória na Arena Pantanal concorre como mais uma prova de que, com Felipão, o Furacão começa a recuperar tempo perdido. Há coisas positivas ocorrendo. Algumas, inesperadas. Pablo, por exemplo. Jogando o que jogou, inclusive recuando para armar, vai acabar se tornando “insubstituível”.

O fato do gol do menino Vitor Roque ter saído apenas aos 39 minutos do segundo tempo é um desses fatores positivos. Revela a luta incessante pelo espaço, pela bola e pelo gol. Sem dar chutões, sem brigar com o corpo pelo espaço e jogando um futebol consciente, o Furacão fez no segundo tempo, o seu melhor jogo nesse 2022.

Já era para resolver bem antes do gol de Vitor Roque. Na etapa inicial, inclusive. Só não fez porque o goleiro Walter, o melhor em campo, evitou o gol nas conclusões de Pablo.

Erick é melhor que Hugo Moura e, por isso, o time foi mais técnico desde a saída de bola. Embora Christian sempre faça falta, a fragilidade de Matheus Fernandes foi compensada pelo sacrifício de Pablo, que recuou.

Coisas positivas estão ocorrendo no Furacão. 

Desde o argentino Marco Ruben, aquele sagrado dos três gols contra o Boca Juniors, o Athletico não tinha um centroavante que, na área, matava no peito, girava em cima do zagueiro em um palmo de grama, e gol! Agora tem Vitor Roque.   

Do Furacão, o melhor em campo foi Pablo.

Coisas impossíveis estão ocorrendo na Baixada?

Participe da conversa!
0