Consultando o saber adquirido no passado, provoca-me o fato de o Flamengo ter desistido da ação na Justiça Desportiva pela qual tinha a pretensão de anular o sorteio do mando de jogo contra o Athletico pela Copa do Brasil. E esse ato foi imediatamente após uma conversa às escondidas entre o clube e a CBF. Atribuiu-se como motivo a “amizade” entre o presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, e o da CBF, Ednaldo Rodrigues.

É fato notório que Landim e Rodrigues não são nenhum exemplo de ética. Nem bem assumiu a CBF, Rodrigues já deu causa para denúncias no Conselho de Ética de má gestão. Landim foi denunciado por crime ao administrar fundos de pensão.

O que sairia de um encontro entre Landim e Rodrigues? Não é razoável acreditar que por uma “amizade” Landim tenha renunciado ao suposto direito que o Flamengo dissertou em várias páginas de petição.

Há tempo perdi a inocência de acreditar que há boa-fé fé nas relações internas do futebol. Não há motivo para acreditar que entre Landim e Rodrigues o acerto foi de interesses saudáveis.

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O Athletico que tome cuidado. Com o VAR, o futebol brasileiro modernizou a “mão grande”. Agora ela é eletrônica.

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