Pelo Estadual, em Pato Branco, Azuris 1 x 0 Athletico.

Com o Furacão de Lazaroni é assim: uma no cravo, outra na ferradura. Foi brilhante na vitória contra o Paraná (1x0), e rústico nessa derrota para o “Caçula” (1x0).

Mas desta vez não é justo atribuir responsabilidade ao técnico. O que foi entregue a ele pelo comando do futebol para formar o time, foi a parte de péssima do andar mais baixo do Caju.

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São jovens e inexperientes, concordo. Mas o saudoso Geraldo Damasceno que descobriu Kleberson, Fernandinho, Jadson e Dagoberto no PSTC, já ensinava: “Quem sabe jogar, joga com qualquer idade. Um ou outro defeito, a qualidade natural corrige”.

O Furacão até que teve ordem. Mas, o gol de Hélio, logo aos 14 minutos criou uma situação que um time sem qualidade não sabe enfrentar e absorver: sem um único jogador para fazer uma jogada individual, esbarrou na defesa cascuda do Azuriz, um time acostumado a jogar em terra batida e dando de bico. Com Jajá Mingotti e Reinado, o gol é um fato extraordinário.

Ficou a sombra da dúvida provocada no gol do Azuriz: quando o goleiro Anderson alcançou a bola chutada por Hélio, ela havia cruzado a risca do gol ou não?

Se cruzou, o assistente do árbitro tem que colocar os seus olhos no seguro. São um fenômeno.

A análise desse Furacão do Estadual tem que ser assim: um jogo de cada vez.

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