O Tocantinópolis não é time desse mundo em que se joga futebol. No entanto, descarta-se esse fato e, ainda, encontram-se virtudes a exaltar a goleada por 5 a 2 do Furacão, em Tocantins, pela Copa do Brasil.

Teve a virtude que a consciência da supremacia sobre tão pobre adversário provoca soberba: a imposição por ser grande. O Athletico jogou no “Ribeirão” com a obrigação inerente aos grandes, que é aquela que a vitória não se esgota nos números, mas no jogo jogado.

Brilhante, foi logo marcando com Marlos (9’) e Pablo (35’), 2x0. Por ser superior, passou a marcar pouco. Então, o Tocantinópolis se assanhou e empatou: Raí, aos 40’ e aos 4’ da etapa final, 2x2.

Imperturbável, o Furacão voltou a se impor e para acabar com o atrevimento dos nortistas fez mais três: Vitor Bueno (7’), Marlos (9’) e Vitor Bueno (21’).

O bom do jogo foi Marlos. Se precisava provar de que preserva as suas virtudes técnicas, provou. O Furacão teve no jogo de Marlos inicio e o fim de suas melhores ações. Para armar e chutar da entrada da área, escolhe a camisa para jogar.

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