Na Baixada, pelo Estadual, Athletico 2 x 0 Rio Branco.

Não é fácil analisar essa vitória do Furacão. Pode ser uma contradição pois, afinal, uma vitória de 2 a 0 sugere imposição de virtudes, afastando qualquer dúvida ou suspeita.

Como deve ser abordada essa vitória?

A análise remetida para o campo critico, não pode se afastar da desordem tática do time de Bruno Lazaroni. E não foi durante um tempo de jogo ou um dado momento do jogo. Foi no jogo por inteiro, ao ponto dessa visão permitir a conclusão de que foi uma vitória ao atropelo.

Tanto que foi assim, que jogando contra dez adversários durante setenta minutos, depois de Khellven perder um pênalti, o Furacão só conseguiu vencer por imposição física à um Rio Branco já em flagelo.

E, ainda, assim, com um erro de arbitragem pois, antes da bola sobrar para Vinicius Kauê marcar o primeiro gol, aos 39’ da etapa final, houve uma parede faltosa de Mingotti na zaga parnanguara. E, o segundo com Bissoli aos 49’, quando o Rio Branco está pedindo água.

Essa análise ao visitar só o campo critico reclama um pouco a compreensão para alguns jovens. Ocorre que esses estão se transformando em vítimas da desordem tática do time que está criando o terrível vício do passe lateral, sem jogada em profundidade.

Com Bruno Lazaroni não comando, esses jovens não irão conseguir corrigir os defeitos naturais que, ainda, têm de formação.

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