Em uma Segunda Divisão, quando há quatro vagas oferecidas para o aceso, é muito tênue a linha do fio que separa o líder do quinto colocado. Quando menos se espera ocorre uma derrota capaz de influir no ânimo do torcedor.

Algumas derrotas deveriam ser tratadas dentro de uma normalidade. Como essa do Coritiba para o Botafogo, no Couto Pereira, por 1 a 0

Na Segundona, entre aqueles que estão na disputa de uma vaga, não há ninguém supremo ou desprezível. Então, quando jogam dois iguais e com o mesmo objetivo como Coritiba e Botafogo, qualquer resultado está na conta do previsível. A derrota, inclusive, já está embutida no preço.

A análise do Coritiba reclama uma análise pela média dos pontos ganhos, e não pelos perdidos em um determinado jogo. E não há segredo para manter essa média: basta ganhar os jogos em que existe a obrigação de vencer.

Por exemplo: os seis pontos perdidos para o Botafogo podem ser absorvidos.  Mas quatro para Londrina,  já seriam comprometedores.

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