Dinheiro pode não trazer felicidade, mas acalma os nervos, dizem os filósofos da madrugada. No futebol, uma vitória em um campeonato longo, não representa muita coisa, mas, às vezes, tem um grande significado.

O Coritiba jogou o que pode jogar. E não pelo que sabe, mas porque foi pressionado para fazê-lo. A presença de Henrique foi fundamental para isso, pois deu qualidade à zaga, e supriu o vazio de liderança que os veteranos Wilson e Rafinha não conseguiam preencher.

Embora de importância seja aparente por não absorver, ainda, os fracassos anteriores, a vitória serviu para diminuir a pressão. Essa quando é exercida sobre uma estrutura frágil, uma vitória traz o mínimo de tranquilidade, ou “acalma os nervos”.

É melhor que o jogo com o Vitória, no Couto, já seja nessa terça-feira. Às vezes, um time que só consegue vencer sob pressão, não deve ter folga. A vitória quando na sequência se torna ocasional, traz consequências piores que a derrota. Essa, nessas ocasiões servem para se alcançar conclusões definitivas para que se tomar o rumo certo

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