Da goleada de 4 a 2 do Brasil sobre a Alemanha, na estreia da Olimpíada, entre os elogios, intrometeu-se uma critica: a falha do goleiro Santos no primeiro gol alemão. Os olhos que absolvem, às vezes, teimam em condenar.

Esse gol tomado pelo Furacão seria absorvido pela extravagância do perdão de arquibancada, em razão da história de Santos. Mas, pela Seleção Brasileira, cria marca que precisa imediatamente ser apagada. Lembro de Valdir Perez. Contra a Itália, no desastre do Sarriá, na Copa da Espanha (1982). Marcado por um gol irrelevante da Russia, carregou a culpa pelas falhas de Cerezo e Junior na data do óbito do futebol virtuoso contra a Itália.

Bruno Guimarães continua o mesmo: talentoso e inteligente. Agora, precisa adquirir a virtude da imposição. É essa que forma a personalidade do jogador de meio campo. E Matheus Cunha, apesar do pênalti perdido, mostrou virtudes para ser atacante do Brasil no Catar. Cunha é aquele que surrupiaram do Couto Pereira para ir jogar na Alemanha. Na próxima janela pode render uns bons milhões para o Coritiba. O Brasil até que foi agradável no Japão.

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