Nada que surpreendeu. Ao contrário, o previsível se confirmou: em Pereira, na Colômbia, pela Sul-Americana, o Athletico venceu o América de Cali, 1x0.  E o previsível só foi possível com a intervenção do VAR, que viu o pênalti existente de Ureña, aos 27’ da etapa final, que Nikão transformou em gol aos 27 da etapa final.

Para ganhar, o Furacão não precisou ir além do que devia jogar. Metódico, jogando menos o que pode jogar, com paciência, passou o primeiro tempo estudando o América.

Daí, convencido da sua supremacia e não tendo mais razão para a cautela, na etapa final, foi ao ataque. Ou ao contra-ataque, como na saída em velocidade com Thiago Heleno, que acabou no gol de Vitinho anulado pelo VAR em razão da bola ter passado pelo braço de Terans.

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Se o gol anulado frustrou os atleticanos, serviu como sinal da superioridade e que seria possível ganhar. Mesmo que o treinador António Oliveira tenha errado no conservadorismo que mantém Zé Ivaldo na zaga, mesmo que tenha excluído Terans por Babi, o Athletico se impôs. Então, foi criando chance, até o VAR indicar o pênalti indiscutível que Nikão bateu e marcou. E era para ir além com chute de Marcinho que o goleiro Graterol salvou.

A ameaça do América não passou de bolas cruzadas que Tiago Heleno matava e, de uma única bola que cruzou a área e foi à direita do excelente Bento.

Bem resumido, então, foi assim: sem traumas, sem precisar correr muito, jogando pouco que foi o bastante, o Furacão impôs a sua autoridade na Colômbia, e com o gol de qualidade, encaminhou a sua classificação para as quartas da Sul Americana. Léo Cittadini foi o melhor em campo.

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