Amigos, o Athletico parece mesmo um moleque crescido daqueles que não toma jeito. Vejam só vocês esse seu jogo pela Copa do Brasil, contra o franzino Atletico Goianiense, que anda caindo na tabela na Segundona. 

Na Baixada, era para ser um jogo tranquilo. Mas, daí, o professor Odair Hellmann, com uma certa soberba, resolve mudar o time. 

Escala dois laterais – Benavídez e Gilberto; e exclui Jadson, Luiz Gustavo, Mendoza e Julimar. Resultado: o time, que já joga no extremo limite no Brasileirão, perdeu o rumo. Desorganizado, desconcertou-se; tranquilo em excesso, disfarçava indolência. Se Viveros estava campo, seus companheiros não viram.

E quando precisou acertar o passo, só com Luiz Gustavo em campo, foi insuficiente. Quando Leozinho e Bruninho encheram o lado direito com excesso de “perna esquerda”, foi para entregar-se aos goianos. Resultado: o Furacão empatou sem gols com o Atletico-GO, arrumando um grande problema para o jogo da volta em Goiânia. 

E vejam só como é o futebol. A ausência do veterano Mendoza, que no início do ano estava jurado de morte pela torcida, foi a causa imediata para o jogo ruim do Furacão. É em razão de Mendoza que o time se arruma no meio e no ataque. Sem ele, há o desarranjo. Não sei se depender de Mendoza é bom ou é ruim.

O professor Hellmann, às vezes, precisa levar um puxão de orelha. Fala demais e esquece do que tem que fazer. 

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