Lá em Cascavel, pelo Estadual, o Athletico perdeu para o FC Cascavel por 2 a 1. 

É bem possível que entre uma das razões pelas quais o presidente Mario Celso Petraglia afirmou que “o nosso projeto vai atrasar dois anos”, é a de que acabou convencido de que essa geração de jovens é fraca. Concordo. Com a boa vontade forçada, é possível ter certeza em Luan Patrick (esse é excelente) e Kawan.

Até que em Cascavel, durante alguns minutos, esse Furacão criou boas expectativas. Bem ordenado no jogo de pressão adiantada, dominou o time sofrível de Tcheco. Mas logo foi possível concluir que era só entusiasmo.

O seu jogo foi raso, sem profundidade. Casualmente, o lateral Jáderson foi a área e lá foi derrubado. Bissoli, que causa calafrios, e que à essa altura, ainda estava acordado, marcou de pênalti. Logo depois, o FC Cascavel empatou com Robinho, também, de pênalti.

Na etapa final, o Furacão foi desprezível. A impressão é a de que no 1º tempo foi dirigido por Paulo Autuori, e na etapa final por Lazaroni.

Não criando uma única oportunidade para fazer o segundo gol, embora o baixo nível do FC Cascavel, com as alterações de Bruno Lazaroni, sem nenhum critério razoável, ficou vulnerável no meio e atrás. E, então, o gol da derrota no último minuto acabou sendo natural.

O Athletico está na lanterna do Estadual. Nada que surpreenda, nada que desculpe.

Se aceitou se submeter ao atropelo da Federação Paranaense de Futebol, e se não houve uma avaliação sobre a carência desse time, não tem direito a nenhuma desculpa. É o jogo proposto, é o jogo aceito, é o jogo a ser jogado.

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