Rafhael Lucas no Fortaleza. Recomeço na Terceira Divisão.

 

Talvez não seja mais cedo para afirmar: Rafhael Lucas não é aquilo tudo que o Coritiba sonhava/esperava. “Não vendo… Por mim, hoje não vendo nem por 20 milhões de euros”, soltou o presidente Rogério Bacellar, no ano passado.

E uma temporada mudou tudo.

Aos 23 anos, o atacante – que estava emprestado para o Goiás até o fim de 2016 – foi liberado para defender o Fortaleza na Série C.

O time nordestino, repare na imagem, tem o patrocínio da Pro Tork, parceira do Coxa.

Em Goiânia, foram 10 bolas na rede e a artilharia do Goiano. Mas não agradou. Estava no time B desde julho, quando fez a última partida pelo clube na Segundona.

Não emplacou no Esmeraldino.

Bacellar e o Coxa confiaram em Rafhael Lucas por causa do início avassalador no ano passado. Foram 15 gols até maio. Depois, durante o Brasileirão, quando todos apostavam nele, apenas mais duas míseras comemorações.

A expectativa era alta. Gabigol, por exemplo, foi vendido por 28 milhões de euros para a Inter de Milão, logo após conquistar o ouro pela seleção brasileira. Rafhael Lucas não parece ter mercado nem sequer nos times da Série A – o Coritiba que o diga.

 

 

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