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Os piores técnicos do futebol paranaense

Por
Redação
23/12/2008 06:19 - Atualizado: 27/09/2023 16:25
Os piores técnicos do futebol paranaense

Listas são comuns no fim de ano. Para não fugir à regra, resolvi fazer uma com base em uma idéia do amigo André Gonçalves, que outro dia relacionou nos comentários aqui do blog um monte de técnico bizarro. Recorri à memória, fiz alguma pesquisa, e cheguei à lista abaixo. Vinte treinadores com passagem bizarra pelo nosso futebol (tem gente que foi muito bom em outros lugares, mas vale o que fez por aqui), todos concentrados nas três últimas décadas, período em que a idade me permite acompanhar o futebol doméstico.

20
Paulo Cezar Carpegiani – Suas passagens por aqui nem foram ruins esportivamente, mas todas ficaram marcadas por bizarrices. Em 90, perdeu um título com gol contra; em 95, escalou o Jorjão de centroavante em um Atletiba; em 2001, acabou demitido do Atlético após golear o Rio Branco.

19
Nuno Leal Maia – Sua campanha à frente do Londrina nem foi ruim. Mas pombas, o cara é ator de novela, vai treinar time de futebol. Muita bizarrice.

18
José Teixeira – Gostava de ser chamado de professor, mas não demonstrou a mínima habilidade para educar analfabetos futebolísticos como Cruvinel, Herbert e Ricardo Ferraz, ícones do Coxa que afundou no Brasileiro de 93.

17
Gilberto Pereira – Uma das passagens mais meteóricas da história do Coritiba. Foi demitido após duas partidas, sem nem ao menos ter comandado o time no Couto Pereira.

16
Mauro Fernandes – Veio com a fama de um Luxemburgo do Nordeste. Alguém sabe onde está Mauro Fernandes hoje?

15
Vacaria – O que dizer de um técnico que tem coragem de entregar uma camisa 9 a um jogador chamado Pirata?

14
Casemiro Mior – Você entregaria um elenco vice-campeão brasileiro, classificado para a Libertadores, a um técnico que no Brasil só havia treinado o Veranópolis e assemelhados? O Atlético entregou.

13
Gílson Nunes – O Atlético foi patético na defesa do título brasileiro de 2001. Mas nada supera Gílson Nunes, um dos espiões de Felipão na Copa da Ásia, que durou duas rodadas apenas.

12
Júlio César Leal – Conseguiu a façanha de ser mandado embora depois de ganhar um Atletiba.

11
Edu Marangon – Bonamigo, Geninho, Cuca e Adílson haviam construído a imagem do Paraná de revelador de técnicos. Uma imagem que foi arranhada, borrada, rasgada e enxovalhada por Edu Marangon.

10
Roberto Fernandes – A fama de emergente foi por água abaixo e quase levou o Atlético junto. Famoso por criticar o elenco em público sem o menor pudor, marcou sua passagem com declarações como “Faltou testosterona para o time” e “Julio dos Santos joga no ritmo do canal 100”.

9
Nicanor de Carvalho – Dirigiu o Coritiba em oito partidas do Brasileiro de 86, ano de defesa do título conquistado no ano anterior. Empatou três e perdeu cinco – sim, nenhuma vitória. De quebra, conseguiu as façanhas de empatar com Sobradinho e Sampaio Correa no Couto.

8
Mário Juliatto – Em uma época em que sobravam dinheiro e bons jogadores no Paraná, conseguiu ser eliminado na semifinal do Paranaense pelo União Bandeirante.

7
Jorge Vieira – No jogo que valia a classificação do Coritiba à segunda fase da Libertadores de 86, deixou o time na mão do Kruger para ir ao casamento da filha.

6
Sérgio Cosme – Era o técnico do Atlético no lendário Atletiba da Páscoa de 95, vencido pelo Coritiba por 5 a 1.

5
Carbone – Geninho foi genial no comando do Paraná na Copa João Havelange de 2000, mas deixou uma herança maldita: Carbone. Não esquentou o banco no Paranaense do ano seguinte. Mais de uma década antes, conduziu o Atlético ao Torneio da Morte do Brasileiro de 88.

4
Gílson Kleina – Conseguiu uma façanha nas suas duas passagens pelo Paraná. Acabou ambas com 20,83% de aproveitamento. Na primeira, o Tricolor ainda conseguiu sair da lanterna e evitar o rebaixamento no Brasileiro. Na segunda não teve jeito.

3
Jair Picerni – Antes de ganhar fama de “Vicerni”, o treinador conseguiu uma façanha. Foi contratado pelo Atlético e demitido dois dias depois, sem ao menos estrear.

2
Luiz Felipe Scolari – Felipão foi fabuloso na seleção brasileira, no Palmeiras, no Grêmio, em Portugal, mas colecionou um fracasso retumbante no Coritiba. Em 90, dirigiu o time por três jogos na Série B. Perdeu os três. O último, contra o Juventude, no Couto. Demitido no vestiário, atravessou o campo e pegou uma carona até Caxias do Sul no ônibus do clube gaúcho.

1

Albari Rosa/Arquivo/Gazeta do Povo
Albari Rosa/Arquivo/Gazeta do Povo

Lothar Matthäus – Sua passagem pelo Atlético em 2006 mais pareceu um pacote de turismo para europeus de meia idade com todas as maravilhas: teve futebol (os poucos jogos à frente do Atlético), compras (as muambas em Foz que acabaram em briga com seu auxiliar), carnaval (no Rio, claro) e sexo (…). E o cara ainda conseguiu levar um soco do Jader, um dos fotógrafos mais zen do planeta. O mico do milênio.

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