O Coritiba passeou no clássico contra o Paraná. 5 x 0 (veja os gols), a maior goleada sofrida pelo Tricolor para o rival. Um gol no primeiro tempo. Dois no início do segundo. Já em ritmo de fim de pelada, o quarto e o quinto.

Para o Coxa, não dá para afirmar que foi um teste de peso. O clássico foi um bom treino porque o Paraná não é mais parâmetro. Como diz o ditado, parece que pegaram “um polaco de cada colônia” para montar o time.

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A realidade dos clubes é diferente. E o clássico mostrou isso. O Coritiba trabalha para subir para a Série A. O Paraná tem que tomar cuidado para não ser rebaixado na Série C.

A impressão quando vemos o Coritiba jogar é que o time treina. Méritos para o paraguaio Gustavo Morínigo. Um bom sinal, mas o Coxa não pode subir no salto. Até porque o chavão é válido: Estadual não é parâmetro. Agora, é inegável que existe um trabalho em construção. Para a Série B, o clube precisa e vai se reforçar. É a regra do jogo.

No lado tricolor, a situação é preocupante. Dois presidentes e um diretor pediram renúncia em três meses. Sem comando, sem dinheiro. Fica até difícil criticar Maurilio. Algum clube funciona só com comissão e atletas pilotando o barco? O Paraná precisa abrir o olho porque a Série D é logo ali.

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