O presidente do Athletico, Mario Celso Petraglia, explicou sobre a busca de reforços no mercado e destacou que o atacante Pablo pode voltar ao clube. Porém, desde que rescinda o contrato com o São Paulo, com quem ele tem vínculo até o final de 2023.

"O Pablo, todo mundo sabe, é um menino formado em casa, eu tenho um carinho muito grande, nos deu muito lucro e é um jogador que o nosso grupo aprovou. Se ele tiver a possibilidade de ficar livre do São Paulo, ele está negociando a rescisão, o pensamento da vida dele é de voltar para casa. Se houver a rescisão no São Paulo, ele volta para casa", disse Petraglia, em entrevista coletiva nesta segunda-feira (24).

Pablo foi vendido pelo Furacão ao São Paulo em dezembro de 2018 por 6 milhões de euros (R$ 26,6 milhões na cotação da época). No time paulista, no entanto, o jogador nunca repetiu as boas atuações e quer rescindir seu contrato, desde que o clube pague cerca de R$ 2,5 milhões, referentes a dívidas.

Já o meia-atacante Marlos foi descartado. Apesar de ter visto a final da Copa do Brasil na Arena, a convite do Rubro-Negro, o ex-jogador do Coritiba e da seleção da Ucrânia, Petraglia disse que o clube o vê como fora do sistema de jogo da equipe.

"Eu recebo dezenas de ofertas de atletas. O Marlos, logo que ele voltou, recebemos a oferta que ele gostaria de jogar no Athletico. Nós temos a política de uma decisão coletiva da contratação ou não de um jogador. E este grupo decidiu que este moço é um ótimo jogador, mas para o sistema, a forma de jogar do Athletico, ele não somaria. Por isso, nem foi feito oferta", contou o presidente.

Athletico perdeu Daniel Alves para o Barcelona

Quem também esteve perto de vestir a camisa do Furacão foi o lateral-direito Daniel Alves. No ano passado, ele visitou o CT do Caju para conhecer a estrutura, já visando um projeto com crianças. Na época, as duas partes negaram que haveria uma conversa para que ele jogasse no Rubro-Negro. No entanto, o acordo quase aconteceu de fato.

"Ele foi para o Barcelona, mas vinha jogar conosco aqui em 2022. Depois ele me ligou e disse: “Olha, presidente, o senhor me libera? O Barcelona me convidou”. Eu falei que estava tudo bem. Para o Barcelona a gente perde. Aí liberamos para o Barcelona.

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