O Paraná vai encarar o desafio mais difícil da sua história: a Série C. A crise financeira aliada com a reformulação do elenco serão obstáculos a serem superados para que, ao final da temporada, o Tricolor respire aliviado e possa comemorar o retorno à Série B.

O técnico Maurílio foi o escolhido para estar à frente da equipe e sua experiência de ídolo, com o apoio incondicional da torcida ainda que longe da Vila Capanema serão diferenciais. A terceira divisão começa para o Tricolor já na segunda-feira (31) contra o Ypiranga, às 20h, no Estádio Colosso da Lagoa, em Erechim.

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O UmDois Esportes conversou com os colunistas Carneiro Neto e Augusto Mafuz, além do comentarista Guilherme de Paula, para saber quais as perspectivas e o como eles acham que o Tricolor chega para a Série C.

Maurílio no comando do Paraná. Foto: Albari Rosa/Foto Digital/UmDois Esportes
Maurílio no comando do Paraná. Foto: Albari Rosa/Foto Digital/UmDois Esportes| Albari Rosa/Foto Digital/UmDois

Carneiro Neto, colunista UmDois Esportes

"O Paraná enfrenta grandes dificuldades pelo afastamento de dirigentes importantes através dos anos e de uma grave crise financeira que diminui a capacidade de recuperação do clube. Com esse panorama tornou-se difícil formar e manter times competitivos, tanto que o último golpe foi doloroso: a queda para a Série C. O preocupante é que a atual equipe ainda não demonstrou plenas condições para apostarmos em uma campanha positiva".

Augusto Mafuz, colunista do UmDois Esportes

"O Paraná não sabe como entra e não sabe como sai. Se não for rebaixado, já será um grande ganho".

Guilherme de Paula, comentarista da Rádio Transamérica e da Rede Massa

"O Paraná não está entre os favoritos da Série C. É uma realidade dura para quem foi um clube consolidado de Série A e de Série B. O normal seria chegar neste nível como um candidato forte ao acesso, mas o cenário não aponta para essa lógica.

Além das consequências graves do rebaixamento para a terceira divisão, o clube ainda errou no planejamento para iniciar a reconstrução. Montou um time que não coube no bolso e agora está sendo obrigado a remontar o elenco antes do início da competição. É o ano mais desafiador da história do clube".

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