A Justiça Federal indeferiu o pedido do Paraná para a suspensão do leilão da sede da Kennedy. O Tricolor ainda tenta reverter a situação.

Desde o mês passado, o clube tenta reverter a situação e contratou o escritório de advocacia Moraes & Junior, de Brasília, para cuidar do assunto.

No entanto, na tarde desta sexta-feira (4), a primeira decisão da 15ª Vara Federal de Curitiba foi contrária ao pedido do jurídico do Tricolor. Com isso, o leilão do patrimônio segue mantido com o 1º pregão marcado para o dia 9 de março, na próxima semana.

"Não é mais possível adiar a fase de execução dos bens para resolução de sucessivos incidentes infundados, em detrimento dos incontáveis credores do Clube. Posto isso, indefiro o requerimento de suspensão do leilão.", diz o documento.

Apesar disto, o advogado responsável pelo caso Kennedy, Alceu Moraes Junior, está confiante em sua tese jurídica para a reversão do processo.

"Não posso abrir nossa estratégia. O clube teve essa decisão contrária, mas eu ainda acredito no cancelamento da multa. Vamos tentar até o último dia reverter esse leilão. Ainda temos trabalho pela frente e vai dar certo para o Paraná Clube", confia.

A origem do débito milionário, que gira em torno de R$ 35 milhões, com o Banco Central do Brasil (BACEN) são irregularidades nas transferências internacionais de atletas, como do ex-meia Ricardinho e do ex-atacante Ilan, ainda nos anos 1990

Sede do Paraná na Kennedy já aparece em site de leilão

O Paraná ainda tenta as últimas estratégias para evitar o leilão da sede da Kenney. No entanto, o local já aparece como patrimônio a ser arrematado no site de leilões. Confira aqui. O lance inicial é de R$ 62.399.975,00.

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