Uma das principais causas para a sequência de quedas do Paraná, a parte financeira do clube tem gerado uma batalha nos bastidores para que a nova diretoria, liderada por Rubens Ferreira, possa colocar um time competitivo em campo na temporada de 2022.

A cúpula paranista ainda não tem definido um orçamento para o departamento de futebol. Apesar disso, o técnico Jorge Ferreira, que já conviveu com diversas crises em quase dez anos de Tricolor, confia no trabalho que vem sendo realizado pelos novos dirigentes.

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"Essa direção, desde o início de seu projeto, tem sido transparente. A ideia é fazer um elenco mais enxuto para que consiga honrar com as obrigações. Isso é metade do caminho. Quando está com salário atrasado, fica mais difícil de cobrar os jogadores", disse o treinador, em entrevista à Rádio Transamérica.

Ainda sem saber o orçamento da próxima temporada, o Paraná não definiu o futuro de alguns destaques deste ano, como o goleiro Bruno Grassi e o atacante Gustavo França. Os atletas já manifestaram o interesse em permanecer.

A tendência é que o Tricolor mescle o elenco, com a presença de muitos atletas revelados nas categorias de base com jogadores mais experientes, que venham com um custo baixo.

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