Com o término da Série B, o Operário já iniciou o planejamento para a temporada de 2026 e anunciou a saída de dez jogadores. Um dos liberados é o meia Léo Cittadini, campeão com o Athletico da Copa do Brasil de 2019 e da Sul-Americana de 2021, que jogou apenas uma partida pelo Fantasma.
Além de Léo Cittadini, os laterais Thales Oleques e Cristiano e o zagueiro Giraldo saíram do clube com o final dos contratos. O lateral Gabriel Souza, o meia Jean Lucas e os atacantes Daniel Amorim e Kleiton Pego estavam emprestados e também não permanecem para o próximo ano.
Para completar a lista de saídas, o goleiro Lucas Wingert e o atacante Rafael Oller, que estava emprestado, tiveram seus contratos rescindidos em comum acordo.
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Por outro lado, o goleiro Elias, nome importante na conquista do Campeonato Paranaense deste ano, foi contratado em definitivo pelo Operário. O jogador estava emprestado para o Itabarito-MG e assinou contrato em definitivo até o final de 2027.
A negociação da permanência de Elias envolveu a ida por empréstimo do zagueiro Renan Gustavo e do atacante Matheus Galdinho, ambos do elenco sub-20, para o clube mineiro até o final do Estadual.
“Estou muito feliz por seguir vestindo a camisa do Operário. Desde que cheguei, fui muito bem recebido pela torcida, pelo grupo e por toda a estrutura. Vivi momentos especiais aqui e quero construir ainda mais. A renovação é um sinal de que estamos no caminho certo. Vou seguir trabalhando para ajudar o Operário a alcançar objetivos ainda maiores”, afirma Elias.
Além do goleiro, o Operário já anunciou as permanências do volante Índio, jogador que mais vestiu a camisa do Fantasma na história, e o meia colombiano Juan Zuluaga.
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Alex revela dificuldades do Operário no mercado da bola
O técnico Alex de Souza, que renovou para a próxima temporada, revelou dificuldades do Operário para reforçar o elenco. “É difícil demais contratar jogador. Temos que ter uma análise muito fria de onde o Operário se encontra nessa cadeira do futebol brasileiro”, afirma.
“Tem 20 clubes na Série A, tem mais 20 na Série B. O poder de compra desses 20 da Série A é muito maior que um time da Série B. E dentro da Série B, onde o Operário se encontra nessa cadeia de poder contratar. Tem que ser muito criativo, ter poder de barganha muito grande, poder de persuasão para conversar com agentes e atletas”, complementa.
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“Eu conversei nas últimas duas semanas com no mínimo 20 jogadores e já recebi recusa de 15”.
Apesar das dificuldades, Alex demonstra confiança na evolução do elenco para 2026 e valoriza os resultados obtidos pelo clube na atual temporada.
“O ano de 2025 do Operário está definido e acho que é um ano em que o torcedor do Operário tem que comemorar muito. Ano em que o Operário foi campeão paranaense, em que competiu bem na Copa do Brasil e dentro de todas as dificuldades que teve no Campeonato Brasileiro chega na última rodada somente para cumprir tabela”, finaliza.
Em 2026, o Operário disputa o Campeonato Paranaense, a Copa do Brasil, a Série B e a Copa Sul-Sudeste, além da possibilidade de jogar a Taça FPF.