A temporada de 2026 chega à reta final com uma disputa que atravessa todas as divisões do futebol brasileiro. Entre todas as divisões do Brasil, além de campeonatos estaduais, quem é o líder de gols do ano? O UmDois Esportes atualiza o ranking de artilheiros abaixo.
Série B com dois nomes no pódio até aqui
O atacante Mikael, do CRB, está no topo da lista, com 27 gols em 52 partidas. O atacante alagoano, que disputa a Série B, aparece um gol à frente de três jogadores que têm 25 gols cada: Gabriel Barbosa, o Gabigol, marcou 25 vezes em 46 jogos pelo Santos e leva vantagem no desempate por ter entrado em campo menos vezes. Robson, do Novorizontino, chegou ao mesmo número com 46 partidas. Já o atacante Pedro, do Flamengo, precisou de 51 jogos para balançar as redes o mesmo número de vezes.
Na quinta posição aparece Renê, do Vitória, com 24 gols em 48 jogos. Depois dele, dois jogadores empatam com 23: Felipe Clemente, que defendeu Gama e Goiás na temporada, e Flaco López, do Palmeiras, que precisou de 55 partidas para chegar ao número, a pior média entre os dez primeiros.
Artilheiro do Brasileirão da Série A, o colombiano Kevin Viveros, do Athletico, é o oitavo, com 22 gols em 35 jogos e média de 0,63 por partida – ele já ultrapassou a marca de Luís Suárez como estrangeiro artilheiro no Brasil.
Alex Choco e Kaio Jorge fecham o top 10 com 21 gols cada. O atacante do Cruzeiro marcou 21 vezes em 37 jogos, enquanto o nono colocado precisou de apenas 30 partidas para alcançar o mesmo total, mas jogando por campeonatos de menor importância. Seus gols saíram, principalmente, no Campeonato Sul-Mato-Grossense (15 gols).
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Dois camisas 9, mais camisas por temporada
Alex Choco e Felipe Clemente chegaram ao top 10 por caminhos parecidos, marcados pela troca de clube no meio do ano. Os dois aparecem no ranking com mais de um time na ficha, situação cada vez mais comum no calendário apertado do futebol brasileiro.
Alex Choco defendeu Bataguassu, Operário-MS e CRAC em 2026. A rotina de três clubes aumentou o rendimento: foram 21 gols em 30 jogos, média de 0,70 por partida, a melhor de todo o top 10. É o caso típico do atacante que encontra espaço em divisões menores e transforma as passagens oportunidades de marcar.
Já Felipe Clemente começou o ano no Gama, onde foi artilheiro do Candangão, com nove gols. Na Série D, anotou outros 11 e chamou a atenção do Goiás, que o contratou por empréstimo. Até aqui, soma 23 gols em 41 jogos, média de 0,56, superior à de nomes como Pedro e Flaco López.