Em Santos, o Coritiba que ganhou no Couto (1x0), joga por um empate contra o Peixe para avançar na Copa do Brasil. Em uma época de futebol de equilíbrio, o empate é o resultado mais lógico, o que implica em um grande privilégio.

No entanto, prega o treinador coxa Gustavo Morínigo: “Não há segunda oportunidade na Copa do Brasil”. Com uma simples leitura, a frase do paraguaio poder ser encerrada pelo óbvio, por força do regulamento. Mas a sua pretensão ao afirmar o que parece óbvio, vai bem além.

A sua interpretação não pode ser dissociada de um fato que decorre de números: os seis gols que o Coritiba sofreu nos três últimos jogos, a exceção da vitória sobre o Fluminense (3x2), descompensou o bom jogo de meio e ataque que produziu a marcação de seis gols.

Em critério eliminatório como é o da Copa do Brasil, a reversão de um resultado é difícil. No campo adversário, às vezes sai do controle do meio e do ataque, e se torna improvável.

Muralha, Castan, Henrique e Egídio devem ter entendido o que Morínigo quis falar. Ou não entenderam?

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