Cria da base do Coritiba, o atacante Matheus Cunha segue em alta no futebol europeu, sendo titular do Hertha Berlim, da Alemanha. O atleta de 21 anos, no entanto, não esconde a frustração de não ter atuado pela equipe principal do Coxa. Ele acabou negociado ainda em 2017, trocando o Alto da Glória pelo Sion, da Suíça.

“Meu sonho era ter jogado o Brasileirão com o Couto Pereira lotado. Estava sempre na arquibancada assistindo, então aquilo me movia”, revelou em texto publicado no UOL. “Ah, o projeto [do Coritiba]? Não sei qual era, já que me venderam, pô! Quem sabe um dia a gente se reencontra e eu descubro...”, prosseguiu.

Matheus Cunha chegou ao Coritiba aos 13 anos

Paraibano, Matheus Cunha chegou ao Coxa pouco antes de completar 14 anos, após ser aprovado em um teste e passar a morar nos alojamentos do Couto. Foi no CT da Graciosa que o jogador trocou a camisa 10 pela 9, se tornou centroavante e obteve destaque em um torneio internacional.

“O Coxa já tinha sinalizado que eu subiria ao profissional, mas quando chegou o interesse do Sion, tive que tomar uma decisão. Eu tinha visto diversos jogadores subirem e não  terem oportunidades, não só no Coritiba”, prosseguiu.

Matheus Cunha teve valorização após deixar o Coritiba

O Coritiba recebeu R$ 700 mil pela venda de 85% dos direitos econômicos de Matheus Cunha ao Sion. Na ocasião, o Coxa utilizou a grana para comprar os direitos de Matheus Galdezani. Em 2018, o Coxa vendeu os 15% restantes do atacante por 1,2 milhão de euros.

Também em 2018, o RB Leipzig, da Alemanha, desembolsou 15 milhões de euros para contratar o jovem goleador. Em 2020, foi a vez do Hertha Berlim pagar 18 milhões de euros para contar com Matheus Cunha.

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