Após cogitar uma mudança, o Coritiba seguirá com a 1909 como o nome da marca própria para a confecção dos uniformes do clube. A decisão foi tomada após votação entre os sócios. Quase a metade deles optou por seguir com a nomenclatura.

Além da 1909, outros quatro nomes foram indicados. Porém, a atual teve 48% dos votos, seguido por Coxa (16%), Alma Guerreira (16%), Green Hell (8%) e CFC (6%). Outros 6% sugeriram outras opções.

O anúncio da permanência da marca foi feito diretamente aos associados, indo de forma contrária ao que o Coxa pretendia anteriormente, que era de procurar um novo fornecedor de material esportivo.

Porém, já no mês passado a diretoria havia desistido. Após chegar a negociar com marcas internacionais, como Kappa e Joma, o clube viu que não compensaria a troca no sentido financeiro. Com isso, optou por seguir com o material próprio e abriu a votação para definir o nome.

Agora, o Coritiba negocia a renovação com a cearense Bomache, empresa que já produz o uniforme coxa-branca. Ela também é responsável pelos materiais da Lobo (Paysandu), Leão 1918 (Fortaleza), Azulão (CSA), Tubarão 1923 (Sampaio Corrêa) e Cobra Coral (Santa Cruz).

1909 teve início em 2018 e teve bom retorno financeiro

O contrato entre Alviverde e Bomache se encerra no final da temporada, após pouco mais de três anos. A 1909 virou a marca dos uniformes em julho de 2018, na gestão Samir Namur.

Segundo relatório financeiro publicado pelo clube em dezembro de 2020, a 1909 trouxe crescimento de 692% em relação às receitas trazidas na época da Adidas (2016-2017), na gestão de Rogério Bacellar.

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