O Coritiba saiu na bronca com o árbitro Luiz Flávio de Oliveira na derrota por 1 a 0 para o Athletico, neste domingo (19), no Couto Pereira. Muito por conta dos lances no final do jogo.

Aos 50 do segundo tempo, o árbitro, após analisar o VAR, marcou pênalti para o Furacão, em jogada que o goleiro Rafael William acertou o rosto de Vitor Roque. Depois, no último lance, a partida foi encerrada com a reclamação de um pênalti em cima do atacante Léo Gamalho.

"Não gosto de falar da arbitragem, mas não podemos ficar de fora disso. Uma pressa para terminar a partida. Primeiro que não foi pênalti. Foi o Castán quem tirou a bola, não foi o Rafa (Rafael William) e nem o jogador do rival. Foi uma disputa normal e a do Léo (Gamalho) foi pior, ele teve um corte na boca" disparou o técnico Gustavo Morínigo, em entrevista coletiva.

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Depois, o head desportivo do Alviverde, René Simões, também questionou bastante e cobrou alguma punição a Luiz Flávio de Oliveira, por não ter respeitado o protocolo no final e apitar o jogo sem ao enos chegar o VAR para ver se foi pênalti em Léo Gamalho.

"Nenhum jogo pode ser encerrado com uma jogada de área sem que o VAR seja consultado. O Luiz Flávio quebrou um protocolo, quem é que vai dar cartão vermelho a ele? Não estou discutindo se foi pênalti ou não, o Léo (Gamalho) está com a boca cortada, mas se o árbitro ia dar pênalti, seria uma outra história", disse René.

"Qual a pressa em acabar o jogo? Quando todo mundo tem calma, vai lá, analisa o VAR e aí acaba o jogo. Se o VAR diz pra ele que não foi pênalti, eu não estaria aqui. Seria uma questão de julgamento, interpretação, então paciência", completou o dirigente.

Assim que o árbitro deu o apito final, vários jogadores do Coritiba foram para cima reclamar. O lateral-direito Warley acabou expulso.

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