Atlético Goianiense, fora, Bahia, em casa, e Chapecoense, novamente como visitante, serão os três próximos adversários do Athletico no Campeonato Brasileiro e na temporada. Evidentemente são times menos desafiadores do que o Flamengo, campeão brasileiro das duas últimas edições do certame, finalista da Libertadores e adversário do Furacão na semifinal da Copa do Brasil.

Mas ao invés de administrar o elenco nesses compromissos, o Athletico resolveu mudar, na visita aos flamenguistas, oito jogadores em relação ao time que venceu o Peñarol. Apenas Santos, Erick e Pedro Henrique começaram a partida contra o time uruguaio e foram titulares também na derrota sofrida no Maracanã por 3 a 0, com três gols no primeiro tempo, dois em apenas dez minutos.

Há quem diga que o time paranaense quis "esconder o jogo", "não dar armas ao adversário" que terá pela frente nos dias 20 e 27 deste mês, quando os dois rubro-negros duelarão por uma vaga na final da Copa do Brasil.

Mas esconder que jogo? Não bastaria ao Flamengo ver e estudar os jogos do time completo do Athletico? E que Athletico será esse com o novo técnico, Alberto Valentim?

Uma estranha opção que será defendida se o time eliminar o oponente carioca no mata-mata que se aproxima. Mas é difícil imaginar que alguma relação vá existir entre essa partida vencida pelo Flamengo e os jogos eliminatórios por outra competição. Principalmente com a chegada de um novo treinador, no mínimo discutível diante dos trabalhos mais recentes que fez.

Do lado mandante, um triunfo convincente, pela imposição demonstrada na primeira etapa, mesclando forte pressão na saída do adversário, ao belo contra-ataque que fechou o placar ainda na primeira etapa. Mas com os desfalques impostos pelo absurdo calendário da CBF, o Flamengo terá que superar enormes obstáculos para acumular vitórias e seguir brigando pelo terceiro título nacional seguido.

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