Kit montado e TV no mosaico porque essa noite começa a insanidade. Com o Olimpíada oficialmente aberta, acabou o período de adaptação ao fuso horário vendo um joguinho ou outro de futebol ou softbol de madrugada. A partir de agora, a TV fica ligada (e os olhos abertos, espero) das 20h às 10h pelo menos. A última noite de sono foi bem aproveitada. Assistimos a umas provas de remo, colhemos informações sobre o tiro com arco e dormimos. Não teve competição madrugueira, todo o foco na cerimônia de abertura que, confesso, só assisti de canto de olho, pois já estava escrevendo sobre a política paranaense para a Gazeta do Povo.

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Ainda nesta sexta-feira, para nós brasileiros, teremos estreias no handebol, vôlei de praia, e vôlei de quadra. Temos a estreia da dupla feminina de tênis, o início da participação da Nathalie Moelhausen na esgrima e as primeiras lutas de Gabriela Chibana e Eric Takabatake no judô. Tudo isso antes da meia noite. Sem a participação de brasileiros, também começam, nesta noite as competições de badminton, boxe, basquete 3 por 3, tênis de mesa, tiro esportivo, taekwond e hóquei sobre a grama. E as primeiras medalhas deverão ser distribuídas na prova de ciclismo de estrada.

Na madrugada, temos Brasil no tiro, no tênis de mesa, na ginástica artística masculina e no hipismo / adestramento. Já na manhã de sábado, começam as eliminatórias da natação enquanto deusa Marta e sua equipe enfrentam a Holanda na segunda rodada do futebol feminino. Ainda bem que estou de folga no restante do sábado.

Do pouco que vi da cerimônia de abertura, destaco a prudente decisão da delegação brasileira de enviar um número mínimo de representantes (apenas quatro, sendo os dois porta-bandeiras os únicos atletas) ao evento, evitando expor suas equipes a aglomeração e risco de contaminação pelo coronavírus, mesmo passando a falsa impressão para o mundo de que disputaremos estes jogos com uma delegação do tamanho da de Andorra. Outro destaque vai para a escolha das personalidades que conduziram a tocha olímpica até o acendimento da pira, pela super tenista Naomi Osaka. Entre atletas que fizeram história representando o Japão nos jogos, a organização colocou um médico e uma enfermeira, profissionais fundamentais no atual momento que estamos vivendo, e crianças de Fukushima.

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Das competições de ontem, o personagem foi o egípcio Abdel Elbana. Na prova do skiff individual, ele largou na raia 3, perdeu controle do barco e chegou na raia 5. O detalhe é que, mesmo assim, ele terminou na terceira posição de sua bateria e classificou-se para as quartas de final.

O que assistir nesta madrugada

21h – Handebol masculino – Noruega x Brasil
21h50 – Levantamento de peso 49kg feminino, com Natasha Rosa
22h – Vôlei de praia masculino – Brasil x Argentina – Alison e Álvaro Filho x Azaad e Capogrosso
23h – Vôlei de praia feminino – Brasil x Argentina -  Ágatha e Duda x Gallay e Pereyra
23h – Judô – Eliminatórias, com Gabriela Chibana (48kg) e Éric Takabatake (60kg)
23h05 – Vôlei Maculino – Brasil x Tunísia
1h10 – Tênis masculino – Thiago Monteiro (BRA) x Jan-Lennard Struff (Ale)
2h30 – Ginástica Artística – Qualificatória masculina, com Brasil se apresentando
5h30 – Tênis duplas Demoline e Melo (BRA) x Mektic e Pavic (CRO)
7h48 – Natação 400m livre classificatória masculina
8h – futebol feminino Holanda x Brasil

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