Nem bem comemorou o triunfo no clássico Atletiba pelo Brasileirão, na casa do adversário depois de muitos anos sem ter esse gosto, o Athletico enfrenta novo desafio: o Bahia, em Salvador, pela Copa do Brasil.

Participar de três competições paralelas, e todas de alto nível técnico e com premiações atraentes, indica que o Furacão teve mérito para usufruir dessa condição privilegiada.

Entretanto, por mais apaixonado que seja, o torcedor atleticano percebeu que a equipe ficou devendo melhor atuação no jogo com o Coritiba e que a vitória caiu do céu, nos acréscimos, através de uma penalidade máxima magistralmente cobrada pelo jovem ala Khellven.

Felipão precisa aproveitar a sorte e dar um jeito no time, que se mostra pouco criativo no meio de campo e que proporciona muito espaço aos adversários.

A sorte mantém o time em boa posição no Brasileirão, mas nos mata-matas, é preciso eficiência tática e técnica, além de iniciativa e ocupação dos espaços. O drama do meio de campo virou crônico, pela ausência de um bom primeiro volante e, sobretudo, de um armador de alta categoria técnica.

A maioria das contratações realizadas ainda não apresentou o resultado esperado. Em compensação a jovem revelação Vitor Roque surge como uma grande aquisição.

Mais do que isso: grande alternativa ofensiva pela sua condição técnica refinada, rapidez e força física. Vitor Roque deveria ser titular no ataque. Aliás, a escalação deveria ser Vitor Roque e mais dez.

Aos poucos alguns jogadores estão se recuperando e fica por conta de Felipão para a torcida poder identificar o onze titular, tão aguardado nesta temporada.

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