Em uma Copa do Brasil onde a principal característica tem sido os considerados grandes clubes nacionais passarem à próxima fase, com exceção do São Paulo, que foi eliminado pelo Juventude, e provocou a queda do técnico Roger Machado, recentemente contratado, em sinal evidente da falta de planejamento da atual diretoria do clube paulista.
No Alto da Glória lotado, com muito frio e tudo, o Coritiba ameaçou o gol, mas sucumbiu diante da superioridade do Santos, sendo eliminado do torneio e tendo apenas o Campeonato Brasileiro para disputar até o final do ano.
Já eliminado do Campeonato Paranaense, em apresentações pífias diante do Operário, o Coxa provocou desconforto na sua apaixonada torcida que contava com um triunfo sobre o Santos, de Neymar. O mesmo Neymar que jogou como falso centroavante, com Gabigol na reserva, teve atuação discreta e ao ser substituído no segundo tempo foi vaiado pelo público presente.
O técnico Fernando Seabra preparou a equipe para vencer, escalando três atacantes com muita mobilidade – Lucas Ronier, Pedro Rocha e Lavega – e o início foi promissor, até com a marcação de gol anulado por impedimento de Bruno Melo. Daí em diante o Santos tomou conta do jogo, com uma atuação firme e segura conforme a orientação do técnico Cuca.
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Renato Marques substituiu Lucas Ronier e a torcida não gostou, gritando o nome de Fernando Seabra, e Bruno Lopes entrou no lugar de Lavega, sem nenhum brilho. O destaque que merece ser feito foi a marca de ter sido apenas a segunda vitória do Santos como visitante, nesta temporada.
Athletico tem série de desafios diante do Atlético-GO
Agora as atenções se voltam para o segundo jogo do Athletico pela Copa do Brasil, depois de ter realizado péssima atuação na Arena da Baixada e conseguido ficar no empate de zero a zero com o Atlético Goianense.
É grande a curiosidade dos atleticanos em torno da escalação do time para a o confronto em Goiânia, especialmente depois que o turbulento atacante Bruninho pediu para não jogar mais pelo Furacão, provavelmente com receio de contusão antes do embarque para o futebol europeu.
Não são poucos os desafios para o treinador Odair Hellmann.
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