O futebol paranaense deixou de ser periférico no concerto nacional e continental graças a performance do Athletico desde que se processou a guinada histórica em 1995.

Daquela data até os dias de hoje o time da velha Baixada realizou tantas coisas que acabou deixando os tradicionais concorrentes com água na boca.

E não estou falando do magnífico CT do Caju ou da Arena da Baixada, com grama sintética e teto retrátil, mas das peripécias dentro de campo.

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Títulos de todos os tamanhos e categorias, um atleta pentacampeão mundial pela seleção brasileira – Kléberson –, frequentador assíduo da Copa Libertadores da América e da Copa Sul-Americana e muitas alegrias proporcionadas a sua apaixonada torcida.

Agora, o Furacão encontra-se em mais uma decisão continental, desta feita tentando o bi na Copa Sul-Americana, contra o Red Bull Bragantino.

O interessante nesta final brasileira na capital uruguaia é que Athletico e Bragantino apresentam-se com estilos semelhantes.

E não apenas dentro de campo, onde, a meu ver, verifica-se rigoroso equilíbrio técnico entre os finalistas.

Qualquer resultado deverá ser considerado normal antes de a bola rolar, pois os mistérios do futebol sempre nos mostram algumas facetas durante os antigos 90 minutos – hoje qualquer partida passa de 100 minutos cronometrados, mas apenas com a metade do tempo de bola em jogo.

O curioso é que o Bragantino conta com o apoio da multinacional Red Bull, que vem empreendendo há algum tempo no futebol europeu, expandindo os seus interesses para o planeta inteiro. Escolhido pelo grande patrocinador, a equipe do interior de São Paulo deu um salto de qualidade em termos técnicos e tem impressionado favoravelmente.

Mesmo ainda sem contar com grandes investidores, mas de olho neles com a possibilidade de transformar-se em Sociedade Anônima do Futebol (SAF), o Athletico realiza trabalho exemplar de organização clubística, planejamento, garimpagem de potenciais revelações, formação de jogadores e equipes competitivas que o remeteram a primeira linha do futebol brasileiro.

Portanto, os dois times chegam à final da Copa Sul-Americana, em Montevidéu, por seus próprios méritos e como um merecido prêmio pela eficiência no desempenho geral.

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