A disputa acirrada entre as marcas de material esportivo no futebol brasileiro pulverizou o número de fornecedores de uniformes para os clubes da Série A. Atualmente, sete marcas dividem os patrocínios nos 20 clubes em um mercado lucrativo. Segundo estudo da consultora Sportsvalue, US$ 82 bilhões são vendidos pelas empresas anualmente no mundo somente com material e equipamentos esportivos.

No Brasileirão, a Umbro é a marca de material esportivo que patrocina o maior número de clubes. Ao todo, seis equipes tem o uniforme fornecido pela empresa britânica. São eles Atlético-PR, Bahia, Chapecoense, Cruzeiro, Grêmio e Santos.

Porém, o Bahia não renovou contrato com a Umbro e estreará no final de setembro o novo uniforme da marca Esquadrão, confeccionada pelo próprio clube. O Tricolor baiano será o único clube da Série A a adotar a estratégia de mercado. Na Série B, Coritiba e Paysandu também abandonaram as marcas tradicionais para produzir suas próprias camisas.

Em segundo vem a Topper. A empresa brasileira abastece cinco clubes: Atlético-MG, Botafogo, Ceará, Paraná e Vitória. A estratégia do grupo de investir forte nos patrocínios nacionais foi retomada em 2016. Na Segundona, a Topper também é parceira do Brasil de Pelotas, Figueirense, Goiás, Guarani e Ponte Preta.

Já as gigantes Adidas e Nike, as duas maiores do mundo no ramo, somam cinco clubes do Brasileirão. A Adidas é fornecedor de uniformes de Flamengo, Palmeiras e São Paulo. Por sua vez, a Nike produz as camisas de Corinthians e Internacional. Fecham a lista de marcas dos uniformes do Nacional a Under Armour (Fluminense e Sport), Diadora (Vasco) e Lupo (América-MG).

Colaborou: Isabela Starepravo

 


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