Dos 40 clubes brasileiros que integram as Séries A e B do Brasileirão, apenas cinco podem se orgulhar de ter uma torcida fiel, que não teme adversidades, vai ao estádio e pouco se importa com a crescente irrelevância dos estaduais. As outras 35 agremiações, uma parcela de 87,5% desse montante, sofre com uma irrisória taxa de ocupação nas praças esportivas – menos de 35%.

Atlético-MG, Palmeiras, Corinthians, Paysandu e Santos são neste início de temporada as únicas equipes que não jogam para estádios vazios – considerando o porte da casa de cada um. Os demais 35 integrantes do primeiro e segundo escalão do Brasileirão agonizam entre 66% e 96% de estádios sem público, vazios.

A situação também pode ser registrada no levantamento sobre pagantes nos jogos.

No top 40 do país, somente 10 conseguem amealhar uma média superior a 10 mil fãs por jogo. Os destaques da temporada neste quesito são paulistas e mineiros – Palmeiras, Corinthians, Cruzeiro e Atlético-MG são os campeões de presença. O Fortaleza também surpreende. Mesmo na Série B do Brasileirão, o time do técnico Rogério Ceni ocupa a 7ª posição no ranking.

Entre os times da Série A o destaque negativo fica por conta do América-MG, o lanterna, com apenas 2,5 mil pessoas por rodada em casa. Surpresa na lista é o Botafogo, penúltimo entre os grandes do Brasileirão, com 2,8 mil.

Confira a radiografia de público e ocupação nos estádios entre os times da Série A e B do Brasileirão

 


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