Nas próximas horas, o Paraná irá saber quem quer ser o seu presidente. Nello Morlotti já se apresentou. Quem não o conhece, pode se impressionar com a sua retórica adquirida nos tempos que formava um trio na televisão com o atleticano Mauro Singer e o coxa Luizão Stellfeld.

Seja quem for, terá que tomar quatro providências imediatas, que indico por letras:

(a) - afastar a influência de Casinha e Benedito Barbosa da vida do clube. No caso de Casinha, basta mandá-lo procurar os seus direitos na Justiça do Trabalho. A médio prazo, o custo de não o ter mais no clube, será bem menor do que eventual condenação.

(b) – alterar os estatutos com o objetivo de extinguir o Conselho Consultivo que reúne os ex-presidentes. A figura do ex-presidente que não assume uma função responsável inibe e atrasa as decisões do Conselho Diretor.

(c) - O Conselho Deliberativo só deve atuar em situações extremas.  Quanto menos consultado, será melhor para o clube.

(d) - Por último, talvez, a principal: dar uma destinação definitiva ao imóvel da Kennedy. Transformado em um “elefante branco” é uma das fontes de esgotamento financeiro. Uma eventual venda casada com uma negociação com os credores, sempre em valor menor e razoável, seria o caminho mais curto para o Paraná. A solução da alienação pelo Município é política.

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